segunda-feira, 16 de outubro de 2017

ELEMENTOS CONCEITUAIS DE ARQUITETURA

ELEMENTOS CONCEITUAIS DE ARQUITETURA
CLARO X ESCURO - Efeito de luz e sombra dentro de uma área ou composição, obtido com o uso de intensas variações destacando as formas.

CHEIO X VAZIO - Na mesma linha do claro e escuro, os elementos em arquitetura cheio e vazio, que são formas vazadas e formas cheias, valorizam o conjunto arquitetônico.

UNIDADE - Combinação ou arranjo das partes e organização de todos os elementos em uma obra para que cada um contribua para um efeito estético único e total.

COMPOSIÇÃO - Combinação de vários elementos em posição adequada, resultando em uma forma em termos de estrutura e organização.

COR - Aspecto de um objeto ou superfície, distinto de sua forma, contorno, tamanho ou posição.

EQUILÍBRIO - Ordem harmônica ou satisfatória, ou a proporção entre as várias partes, como em um desenho ou em uma composição.

ESBOÇO - Desenho ou pintura feito como modelo detalhado de um adorno arquitetônico, geralmente em escala.

ESTILO - Aparência geral do projeto de uma edificação, incluindo forma, espaços, escala, materiais construtivos e ornamentação.

FORMA - Aspecto diferente determinado por suas linhas visíveis, figura, silhueta, forma,contorno, configuração e perfil.

HARMONIA - Interação agradável ou combinação ordenada e adequada dos elementos de uma composição.

BALANÇO - Elementos arquitetônicos que se projetam sempre distanciados de seu apoio. Balanço também é a parte da estrutura, ou qualquer outro elemento, que se projeta além de sua parede ou coluna de apoio.

SUSTENTABILIDADE – relação dos materiais da construção usados e os aspectos ambientais e ecológicos.

TEXTURA - Qualidade tátil e visual de uma superfície, distinta de sua forma ou cor, como um aspecto granulado, áspero, tátil ou dimensional, em oposição à maciez.

VOLUMETRIA - Composição geral do exterior dos volumes principais de uma edificação. Grandeza física ou massa de um corpo sólido.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Estrutura: básico


1. Vigas

Uma viga é um elemento estrutural das edificações podendo ser de madeira, ferro ou concreto armado. É responsável pela sustentação das lajes. A viga transfere o peso das lajes e dos demais elementos (paredes, portas, etc.) para as colunas.
  • Viga em balanço: ou em console: é uma viga de edificação com um só apoio. Toda a carga recebida é transmida a um único ponto de fixação.
  • Viga biapoiada: ou simplesmente apoiada: diz-se das vigas com dois apoios, que podem ser simples e/ou engastados, gerando-se vigas do tipo simplesmente apoiadas, vigas com apoio simples e engaste, vigas biengastadas.
  • Viga continua: diz-se da viga com múltiplos apoios.
  • Viga Baldrame: são as vigas que ficam normalmente um pouco abaixo do nível do solo. Nos baldrames, amarram entre si o topo das estacas ou brocas com as armações de ancoragem e as bases dos pilares. A viga baldrame pode ser considerada a própria fundação. No caso de terrenos firmes e cargas pequenas, pode-se utilizar este tipo de fundação rasa e bem econômica que, nada mais é do que uma viga, calculada como viga sobre base elástica e construída em uma escavação com pouca profundidade, destinada a suportar a carga de todas as paredes de uma construção, transferindo-a as brocas e estacas e ao solo. As vigas baldrame, são utilizadas em fundações que requerem pouca profundidade. Recomenda-se que as cargas a serem suportadas pelas vigas sejam pequenas, toda viga baldrame deve ser devidamente dimensionada para a devida carga que será suportada. Seu uso traz economia à obra e auxilia a distribuição do peso de lajes e paredes para ao solo. Caso necessite de uma fundação mais profunda, use a viga baldrame com blocos de fundação. Em dias de chuva, o indicado é suspender a obra, pois é impossível fazer um bom trabalho de fundação com o terreno molhado.




Tipos de vigas:
As edificações basicamente apresentam três tipos de vigas, que diferem na forma como são ligados aos seus apoios. Portanto, classificam-se em:
As viga feitas em concreto armado, são dimensionadas de forma que apenas a sua ferragem longitudinal resista aos esforços de tração, não sendo levado em conta a resistência a tração do concreto, por esta ser muito baixa. As vigas de concreto armado recebem ferragens secundárias distribuídas transversalmente ao longo da sua seção, denominadas estribos. Possuem a finalidade de levar até os apoios as forças cisalhantes.
Ao dimensionar vigas de concreto que são fundidas com a laje, a compressão pode levar em conta parte da laje junto à viga, ajudando a reduzir a quantidade de ferragem para resistir aos esforços compressivos.
Em viadutos e pontes as vigas são comumentemente do tipo biapoiadas. Seus apoios são chamados livres. Assim a estrutura pode oscilar em seus apoios, evitando o aparecimendo de trincas e permitindo a estrutura oscilar com o deslocamento das cargas móveis recebidas, sem afetar a sua estabilidade.


Links auxiliares: 


   


 2. Lajes

A laje é um plano horizontal estrutural que se apoia nas vigas e pilares ou nas paredes estruturais. São usadas para cobrir a casa ou colocadas embaixo do telhado, como forro, para melhorar a sensação térmica e diminuir ruídos. Também se faz uma laje sobre o chão de terra, antes dos pisos em casas térreas e para criar novos níveis em andares superiores. Ela deve ser bem planejada para aguentar o que vier apoiado nela.


Maçiças:

As lajes maciças apresentam muitos benefícios no geral, como a facilidade em vencer vãos, simplificação do canteiro de obras, acabamento liso e menor vulnerabilidade a fissuras e trincas. Veja os 5 tipos abaixo:

Convencionais:
São as mais comuns, apoiadas em vigas. Podem ser armadas em telas soldadas ou aço solto. São geralmente utilizadas em vãos e projetos menores, como em reformas residenciais.
 Convencionais:
Maciças Convencionais:
Utilizadas em grandes vãos, apoiam-se diretamente nos pilares, reduzindo a quantidade de vigas, que podem até ser eliminadas. São armadas com barras de aço solto ou telas soldadas.
Maciças Convencionais:
Maciças Protendidas:
São armadas em estruturas especiais e em grandes obras, que requerem um profissional especializado. Também vencem grandes vãos e apresentam vantagens por reduzirem o peso da construção, número de pilares, vigas e consumo de materiais.
Maciças Protendidas:
Nervuradas Convencionais:
Popularmente chamadas de “caixão perdido”, são formadas por um sistema que associa vigas e lajes. Formas plásticas, de isopor ou concreto celular podem ser usadas como enchimento. Suas nervuras longitudinais e transversais aproveitam a altura das vigas para preencher grandes lacunas e são armadas com telas soldadas.
Nervuradas Convencionais:
Nervuradas Protendidas:​
Requerem mão-de-obra e armadura especializada. São mais bonitas e permitem uma redução da quantidade de pilares, ao mesmo tempo em que suportam um maior peso.
Nervuradas Protendidas:​

Lajes pré-moldadas:


Feitas a partir de placas ou painéis de concreto. Chegam terminadas ou quase-prontas na obra. Disponíveis em 6 variações:



Convencionais:
São trabalhadas em apenas uma única direção e utilizadas em obras de pequeno porte.
Pré-lajes maciças:
Aumentam a produtividade da obra, sendo ideais para projetos com repetições e padrões, como conjuntos habitacionais.
Protendidas:

Armadas em uma única direção, promovem menor volume de concreto e podem ser montadas em grandes vãos.

Protendidas Alveolares:

São usadas em grandes obras, onde a velocidade é importante. Seu transporte deve ser feito por caminhões devido ao grande peso.

Treliçadas:Feitas por pequenas vigas de concreto que contam com uma armadura superior no formato de treliça. São preenchidas por vários materiais, como lajotas cerâmicas e isopor. Podem ser unidirecionais, bidirecionais ou mesmo feitas em painéis ou minipainéis maciços.


Duplo T:
Tem excelente resistência e suportam aproximadamente uma tonelada por m2. Usadas em grandes obras e infraestruturas, como pontes, estações de metrô, estacionamentos, etc.

Duplo T:
Laje Mistas
Laje Mista com forma colaborante: Utilizada em grandes projetos. Dispensa o uso de uma forma convencional, já que emprega uma forma metálica para moldar o concreto. Suas nervuras são unidirecionais e são comumente posicionadas sobre estruturas metálicas, já que suportam grandes cargas.




 3. Pilar

Pilares são elementos estruturais lineares de eixo reto, usualmente dispostos na vertical, em que as forças normais de compressão são preponderantes e cuja função principal é receber as ações atuantes nos diversos níveis e conduzi-las até as fundações. Junto com as vigas, os pilares formam os pórticos, que na maior parte dos edifícios são os responsáveis por resistir às ações verticais e horizontais e garantir a estabilidade global da estrutura. As ações verticais são transferidas aos pórticos pelas estruturas dos andares, e as ações horizontais decorrentes do vento são levadas aos pórticos pelas paredes externas.  Nas estruturas usuais, compostas por lajes, vigas e pilares, o caminho das cargas começa nas lajes, que delas vão para as vigas e, em seguida, para os pilares, que as conduzem até a fundação. Os pilares são responsáveis por receber as cargas dos andares superiores acumular as reações das vigas em cada andar e conduzir esses esforços até as fundações.



4. Colunas

São elementos dispostos verticalmente, importantíssimos na sustentação, principalmente, das vigas. Historicamente, as colunas assumiram diversas formas, sendo inclusive elemento decorativo, por apresentar ornamentos.
Hoje, elas ganharam formas limpas e, geralmente, ficam “escondidas” junto com as paredes, o que pode levar leigos a se equivocarem em uma reforma, desestruturando uma obra.
Embora tenha a mesma função de um pilar, este é geralmente mais robusto.




5. Pórticos

A ideia apareceu na Grécia antiga e influenciou diversas culturas, incluindo a maioria das ocidentais. O pórtico tem, geralmente, dimensões menores que um portal e são formados por elementos verticais e elementos horizontais, podendo ser os pilares ou as vigas, respectivamente. Existe uma ligação super rígida entre esses meios, fazendo um conjunto em seu trabalho, conhecido como nós do pórtico.

O conjunto de pilares e vigas de um edifício constitui, por exemplo, um pórtico espacial, estrutura responsável pela estabilidade da edificação. As cargas verticais são transmitidas aos pilares pelas vigas. Já esforços horizontais são compensados pelo outro apoio.

Existe  uma grande diversidade de tipos de pórticos, para pequena, média e grandes estruturas. Existem alguns tipos de pórticos no mercado:
  • PÓRTICO SIMPLES DE ALMA CHEIA.
  • PÓRTICO SIMPLES COM VIGAS TIPO TRELIÇADAS
  • PÓRTICOS ROLANTES
  • PÓRTICO COM COLUNA CENTRAL
  • PÓRTICO ATIRANTADO COM PENDURAIS.
  • PÓRTICO EM ARCO.

6. Treliças

Em engenharia de estruturas, uma treliça (do francês treillis) é uma estrutura composta por cinco ou mais unidades triangulares construídas com elementos retos cujas extremidades são ligadas em pontos conhecidos como nós. Forças externas e reacções consideram-se, de forma simplificada, aplicadas nesses mesmos nós. As forças resultantes nos vários elementos das estruturas são de tracção ou compressão devido ao facto de todas as articulações serem tratadas como rotuladas (livre rotação) e pelo facto de, como fora referido, as forças externas e reações serem aplicadas nos nós.
Uma treliça planar/bidimensional é uma estrutura onde todos os membros e os nós se encontram no mesmo plano, enquanto uma treliça espacial/tridimensional tem membros e nós em três dimensões. Ao conjunto de elementos horizontais superiores, dá-se o nome de corda superior, sendo que estes se encontram, normalmente em compressão. Ao conjunto de elementos horizontais inferiores, dá-se o nome de corda inferior, sendo que estes, por seu lado, se encontram em tracção. A treliça é bastante utilizada na construção de barracões e na área de construção civil.
Por extensão, o termo "treliça" também se aplica a hastes de madeira dispostas de forma cruzada que são usadas como decoração ou para fins funcionais em portas, janelas, biombos, caramanchões etc.
Treliça

7. Sapatas


8. Fundação


9. Platibanda

10. Brise

11.





   

Sobre pranchas e plantas


Para um projeto, deve conter:

Elevações:


Plantas de todos os pavimentos:

  • Cotas
  • Níveis
  • Nomenclatura de ambiente
  • Carimbos
  • Eixos 
  • Mobiliários fixos
  • Indicação de corte
  • Estrutura (paredes e pilares)
  • Áreas


Cortes


Perspectivas


Implantação


Plantas hidráulicas e elétricas
 

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Arquitetura High Tech

Para uns pode ser novidade para outros um tema já muito comum. Mas o que é o High Tech? Bom, para você quer quer uma resposta rápida: Arquitetura High Tech nada mais é que construção de alta tecnologia.



História e características:

   A High Technology (abrev. High-Tech) é uma tendência arquitetônica, que surgiu no final da década de sessenta do século XX, através de novos materiais lançados para aviação, propagando-se também para o desenho industrial, moda e na arquitetura. 
   Especificamente na área da arquitetura, esse movimento se apoiou em avanços tecnológicos para denotar a sua imagem. Seus principais meios era utilização de métodos, materiais, tecnologias, figuras e objetos, caracterizados pela exposição de tubulações (elétricas, hidráulicas, climatização...), elevadores, escadas rolantes, ar condicionado, entre outros elementos que não fiquem ocultos dentro da edificação, utiliza também cores vivas, vidro e acabamentos metálicos. Todos estes elementos compõe espaços diversificado e de máxima eficiência, sem que toda a estrutura visível não atrapalhe os usuários. Além de que ao adotar essa corrente, o edifício torna-se mais propenso a sustentabilidade, devido a utilização de fachadas que aproveitam a luz solar e a ventilação natural.

Os principais arquitetos representantes deste movimento são: Richard Rogers, Renzo Piano e Michael Hopkins.


Centro Georges Pombidou (1971-1977), em Paris, foi o primeiro edifício construído no seguimento High Tech, projetado por Renzo Piano e Richard Rogers.
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30 St Mary Axe (2000-2004), em Londres, projeto de Norman Foster.


88 Wood Street (1993-2001), Londres, projetado por Richard Rogers.
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domingo, 22 de janeiro de 2017

Urbanismo: Escola de Chicago


No universo da arquitetura, é muito frequente mencionar e estudar sobre a Escola de Chicago. Mas qual a relação da Escola com a arquitetura?


A Escola Sociológica de Chicago, ou mais conhecida como Escola de Chicago, foi fundada no Estados Unidos, por volta de 1910, através da formação de um grupo de sociólogos e pesquisadores do século XX (a maioria docentes da Universidade de Chicago), que buscaram contribuir com suas pesquisas nas áreas de sociologia, ciência da comunicação e psicologia social. Seu principal fundador foi o sociólogo e historiador Albion W. Small (1854 - 1926). Os outros maiores representantes desta escola são William I. Thomas, Florian Znaniecki, Robert E. Park, Louis Wirth, Ernest Burgess, Everett Hughes e Robert McKenzie. Da década de vinte à de trinta, a sociologia urbana foi quase sinônimo de Escola de Chicago.

Após um período do surgimento da Universidade de Chicago, John Rockfeller, um empresário norte-americano, ajudou financeiramente a Universidade de Chicago para avançar em seus métodos de ensino, criando a possibilidade de criar faculdades separadas para cada área de atuação. Ajudando ainda mais os fundadores da Escola de Chicago a prosseguirem com seus estudos.


Em tese, a Escola de Chicago destaca-se por ter contribuído tanto para o processo de sociologia urbana, com pesquisas de campo voltadas para os conceitos teóricos de convivência do individuo com o meio em que ele está inserido (Ecologia Humana), desencadeando vários outros estudos relacionados ao tema, explicando com métodos etnográficos os assuntos mais marcantes do inicio do século XX, como surgiu as favelas, o crescimento da imigração, o aumento considerável da população e a expansão do crime e da violência. Para termos como base, uma pesquisa constatou que um espaço urbano que estivesse em más condições (tanto governamental, organizacional, social e como também ambiental) trazia de certa forma, comportamentos desviantes, com indivíduos "quebrando as regras".
Para nós isso pode parecer obvio, mas a muitas décadas atrás, realmente quando começou toda a proliferação destes comportamentos, foi uma grande resposta, ajudando a entender o convívio de um individuo em sua comunidade social.

Apesar dos vários anos que se passaram e com o aumento mais denso ainda de todos os problemas mencionados anteriormente, estas pesquisas ainda são muito valiosas para os sociólogos, pesquisadores e estudantes do mundo todo.


Agora, podemos ver que realmente o curso de Arquitetura e Urbanismo não tem uma área especifica, já que os estudos da área de humanidade nos são tão importantes quanto os da área de exatas.






Estilo Escandinavo

Quando o assunto é interiores, se for para falar de tendência, não podemos deixar de mencionar o estilo Escandinavo na decoração... 
Provavelmente você já visitou algum lugar com cores clean, muita madeira, formas simples, objetos em cores dourada ou cobre, uso de chevron, preto e branco, eletrodutos e fios de elétrica aparentes, certo? Pode ser que você tenha se assustado no começo ou se apaixonado logo de cara, mas com certeza depois deste post você vai querer levar este estilo para algum cantinho da sua casa!

                                                                              . . .

A origem deste estilo vem lá dos países nórdicos (Dinamarca, Finlândia, Suécia, Islândia e Noruega), esta região chamada de Escandinávia criou no século XX um estilo que visava a claridade dentro de um ambiente, devido aos tempos de muito frio e escuridão em que enfrentavam no inverno. 
Esta tendência, foi se espalhando aos poucos em diversos países, tornando-se agora referência!

                                                                             . . .

Os maiores destaques dentro deste estilo são: o uso do minimalismo, cores neutras, ambientes amplos e claros, uso de objetos coloridos como contraste e a dupla querida Black&White!

Confira a baixo alguns ambientes que seguem este padrão:

Para copiar - Home Office com branco e madeira crua (via omundodejess.com):      TOQUE CINZA NA DECOR - Fashionismo:
Decoração estilo escandinavo:    Dicas e Inspirações para ter sua cozinha branca:



Os detalhes:

Gente,vim mostrar para vocês essas velas cobres lindas. Bom deu para perceber que eu sou a louca do cobre não é mesmo,mais fala sério uma grande ideia,além de dar um cheirinho incrível dá uma cor incrível para a sala. Adorei:       Beautiful speechy shelfie from #mr.shelfie_design Photo taken by @outwithaudrey:

decoração:         Rose gold Decor                                                                                                                                                                                 More:


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Detalhes em cobre.:


Viu só, não dá vontade de arrumar um cantinho assim?

Não é só pela tendência ou só pela beleza, é pelos benefícios que um lugar assim nos tás! Em um ambiente mais claro, nos sentimentos mais leves, dá a sensação de amplitude, pureza, limpeza e frescor. Os detalhes nos tornam mais criativos, já que não podemos poluir o ambiente, então temos que escolher os objetivos que conversem com a decoração e ao mesmo tempo mantenham essa sensação de CLEAN. E a parte minimalista? Acreditem, só agrega!

Beijos, e até o próximo post!

Da série arquitetos: Renzo Piano

    
Renzo Piano  


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Renzo Piano, arquiteto italiano, 79 anos, formado pelo Instituto Politécnica de Milão em 1964. Em 1970 formou a agência "Piano & Rogers" junto ao arquiteto Richard Rogers. Atualmente ele tem seu próprio ateliê Renzo Piano Builgind Workshop em Genova, Itália e em Paris, França. Foi ganhador do Pritzker em 1998.

Ele é adepto ao movimento high-tech e é considerado um dos arquitetos mais sustentáveis do último século, devido a sua preocupação em utilizar luz solar, circulação de ar e capitação da água da chuva em suas obras. Com sua arquitetura sendo conhecida pela sua utilização de novas tecnologias, aliadas a uso de materiais e formas inovadoras, marcadas também pelo simbolismo em algumas obras, como pelo ar mistico em outras. O seu diferencial se destaca pela busca do novo, unindo a funcionalidade e tecnologia.

5 de suas obras mais importantes:

Centro Cultural de Pompidou - França (1977)
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Shard London Bridge - Londres (2013)
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Aeroporto Internacional de Kansai - Japão (1994)
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Jean Marie Tijivaou Cultural Center - Caledônia (1998)
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The New Times Building - Estados Unidos (2007)
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